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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

"Acordei uns dias depois..."

        Acordei uns dias depois no hospital. Estava muito fraca pois a queda do precipício foi muito grande. Não sei bem como aconteceu a única coisa que me lembro antes de cair foi de estar a discutir com a Marisa.

         Não consegui comer e tive três dias de coma, não sei como sobrevivi. A minha mãe tem me perguntado o meu nome, idade, onde moro para ver se não tenho amnésia.

         Hoje ainda estou no hospital e já passaram dois meses, ainda não me deram alta porque estou a ganhar febre e ainda continuo muito fraca.

         As minhas amigas fizeram-me uma surpresa, como hoje faço 14 anos vieram visitar-me. Depois de me cantarem os parabéns Marisa pediu para ficar sozinha comigo.

         Quando elas saíram, Marisa perguntou-me:

         - Já estás melhor? Lembras-te do que se passou?

         - Sim, já estou melhor mas ainda não tenho apetite de comer e se como forçada vomito tudo o que comi. Eu ainda não me lembro muito bem do que se passou só sei que estava discutir contigo por tu te ires embora. - Respondi-lhe.      

         - Eu sei que não vai ser fácil para nenhuma de nós a minha ida, mas tem de ser. – Disse Marisa.

         Quando lhe ia perguntar o que se tinha passado o porteiro pediu para que as visitas acabassem por hoje e Marisa despediu-se e foi-se embora.

         Às 19:30 a minha mãe apareceu no hospital com o meu pai e o meu irmão. Rafael curioso com que o me tinha acontecido, perguntou:

         - O que se passou Diana, para tu caíres do precipício?

         - Não sei mas gostava de saber, hoje a Marisa veio visitar-me e eu quando lhe ia perguntar o que se tinha passado o porteiro mandou-a sair. – Acrescentei.

         - Também era o mínimo que ela podia fazer depois da discussão que vocês tiveram por causa dela… - Constatou a minha mãe.

         - Mãe, não fales assim da Marisa, ela está a com o pai acho bem que ela queira viver com a mãe e foi eu que embirrei… aconteceu o que teve de acontecer! – Respondi-lhe.

         Pedi aos meus pais para saírem do quarto pois estava muito cansada.

         Na manhã seguinte Marisa apareceu no hospital às 7:30 da manhã e pediu para falar comigo e o porteiro deixou-a entrar.

         Quando Marisa entrou no quarto estava a chorar e eu perguntei-lhe:

         - O que se passa? Não chores!

         - Foi eu que te empurrei! – Disse ela chorando ainda mais.

         - Pára de chorar e conta-me todo direito! – Pedi-lhe.

         Marisa parou de chorara e disse:

         - Sou eu a culpada por tu estares ai! Quando estávamos a discutir eu empurrei-te!

         - Não foste nada! – Disse eu.

         - Mas foi! Já agora como sabes que não foi eu? Tu lembras-te de alguma coisa? – Inquiriu ela.

         - Porque tenho a certeza que não eras capaz de fazer isso mesmo que tivesses muito zangada comigo e esta noite não dormi quase nada e consegui lembrar-me! Eu estava a discutir contigo quando tu me tocaste nas costas e eu desequilibrei-me numa pedra e cai. – Disse eu

         - Tens a certeza, porque deu a sensação que foi eu ao tocar-te nas costas que te empurrei. – Disse ela.

         - Tenho a certeza absoluta! – Disse eu com um sorriso na cara.

         - Pareceu mesmo que foi eu mas como tu dirias eu nunca conseguiria fazer isso. – Acrescentou ela abraçando-me.

         Quando Marisa acabou de falar o médico entra no quarto e diz-me que eu já me podia ir embora, mas claro que vou ter cuidado por causa das costas.

         Às 17:00horas estava em casa com a minha família e as minhas amigas a despedirmos da Marisa pois ela no dia seguinte estava de partida.

         Vai ser uma amiga que ficará para sempre no meu coração pois ela é a minha melhor amiga.

         Uma coisa vos garanto nunca mais vou para a beira de um precipício.   

publicado por Diário de Diana às 18:33
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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem

Organização da Vida na Ilha

 

Como as personagens dão resposta a questões do dia-a-dia:

 

Alimentação –  Quando Robinson chegou à ilha comia marisco, raízes de plantas, cocos, bagas, ovos  de pássaro e de tartarugas (pág.:15). Com a chegada de Sexta-Feira à ilha passaram a comer pão, omeleta…(pág.:52).Quando se deu a explosão  comiam: aves assadas na fogueira, ovos assados,  carne com pecari…(pág.:72)

Fogo – Robinson utilizava o fogo para cozinhar  alimentos  e Sexta-Feira também(pág.:14 e 72)

Água – Robinson pescava no melhor sítio e bebia a água da nascente(pág.:26).

Descanso – Robinson ia para o lamaçal(pág.:22), ia para a gruta durante muito tempo(pág.:45); Sexta-Feira comprava o seu meio-dia de repouso, fizera uma rede entre duas árvores onde passava todo o seu tempo livre(pág.:54)

Vestuário – Robinson vestia as roupas que restavam do Virgínia (pág.:32)

Divertimento – Robinson fumava cachimbo(pág.:32) e Sexta-Feira brincava com o cão(pág.:51).

A sinalização para pedido de salvamento – Robinson amontoava enormes quantidades de ramos e sargaços para fazer grandes colonas de fumo se visse alguém no horizonte(pág.:15)

Onde habitavam – Habitavam numa casa feita de troncos de palmeira e o tecto coberto de folhas de árvore-da-borracha(pág.:29)

O entendimento entre as personagens e como encaram o “bem comum” – Robinson nunca discutira ou tivera alguma zanga com Sexta-Feira davam-se sempre bem a primeira vez que discutiram foi por causa da comida(pág.:73)

Regras –

Para duas pessoas conviverem tem de existir sempre regras mesmo que seja só uma. Só assim pode haver respeito, justiça…

No exemplo de Robinson, Sexta-Feira e Tenn nenhum era feliz porque não eram livres de fazer muitas coisas Robinson não sabia que fazer mais pela ilha, Sexta-Feira não sabia porque é que eram precisas tantas coisas religiosas e o cão estava quase sempre a dormir.

Mas também se por exemplo numa sala de aula não existir regras não se consegue dar uma aula porque não à nenhuma regra em que os alunos não possam falar  durante a aula, ou colocar uma cadeira em cima da mesa…

Por isso é que não deve existir regras a mais nem a menos. Se não houver regras nunca conseguiremos respeitar alguém  nem ser respeitados, mas se existir regras a mais nunca somos felizes.

publicado por Diário de Diana às 11:09
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

A minha primeira semana de férias

No dia 2 de Dezembro Diana acordou com febre, dores de cabeça e dores de barriga, nesse dia não foi à catequese e de tarde foi ao médico. O médico receitou-lhe medicamentos e disse que passados dois dias Diana já não devia ter febre.

            Na quarta-feira Diana continuava com febre e mal disposta, nesse dia faltou às aulas e foi ao médico que lhe receitou duas penicilinas e garantiu que no fim-de-semana Diana já estaria melhor.

            No domingo Diana continuava com febre, pálida, com dores de cabeça e de barriga de tarde foi outra vez ao médico. Desta vez o médico receitou-lhe sete penicilinas.

            Diana passou a última semana de aulas sem febre e sem dores mas continuava muito pálida. Na sexta-feira dessa mesma semana para despedida do ano 2007 e para reunir a sua antiga turma fizeram uma festa com os alunos do ex-7ºC. À noite Diana estava cheia de frio foi ver o febre tinha quase 40ºC, a sua mãe achou estranho porque ela tinha levado seis penicilinas e ainda continuava com muito febre.

            No dia 15 de Dezembro de 2007 Diana às 9horas da manhã entrou nas urgências de Barcelos. Esperou juntamente com a sua mãe pela médica. Quando foi atendida a médica quis saber à quanto tempo ele estava doente, se tinha muito febre, quantas penicilinas tinha levado e se tinha algumas dores. Diana contou tudo à médica e ela achou melhor que Diana fizesse análises e um raio-X aos pulmões. Diana fez o que a médica pediu e esperou 1:30minutos pelos resultados. Depois passou para o lado da pediatria onde estava lá uma médica à sua espera com o resultado das análises e do raio-X. Observou os resultados perguntou-lhe se ela tinha alguém na família com tuberculose e ela respondeu-lhe que não. Mesmo assim a médica preferiu interna-la para ela ficar sob a vigia dos médicos.

            Diana ficou durante dois dias no hospital na segunda o médico deu-lhe alta porque ela não tinha febre e estava bem, não tinha sintomas de tuberculose por isso podia ir para casa.

            Quando chegou a casa foi aos seus avós, tios e primas e eles ficaram muito contentes por Diana já estar em casa.

            A sua primeira semana de férias foi passada a descansar porque Diana ainda estava um pouco fraca e tinha de estar de repouso se não tinha de ir outra vez para o hospital e isso era o que ela menos queria.

            Foi assim os meus últimos dias de aulas de 2007 e os meus primeiros dias de férias de Natal.

publicado por Diário de Diana às 11:19
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