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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007

A viagem ao Algarve

    Cristiana tem 16 anos, nasceu no dia 18 de Outubro 1990, é magra e

mede1, 61cm.

            No dia 24 de Agosto de 2007, Cristiana acordou às 4horas da manhã para ir para o Algarve.

            Foi com a sua irmã, os seus tios, uns amigos da família e primos.

            Cristiana e Diana viram o nascer do dia e depois adormeceram pois tinham permanecido acordadas só para ver o nascer do sol.

            Pararam para tomar o pequeno-almoço em Fátima e Cristiana disse que era o 1ºano que tinha ido a Fátima 2 vezes.

             Seguindo a viagem as duas primas nunca mais dormiram passaram por Lisboa ficaram deslumbradas mas um pouco desiludidas com a paisagem do Alentejo.

            Chegaram a Altura do concelho Castro Marim perto de Vila Real de Santo António às 12:30horas. Conheceram a casa onde iam ficar e de tarde foram para a praia ficaram fascinadas com a água a sua irmã Andreia disse que nem na Espanha a água estava tão quente.

            Às 19:30horas foram para casa desfazer as malas. Deitaram-se às 23horas.

            No dia seguinte acordaram mas como estava a chover foram conhecer novas praias e de tarde foram até Tavira e à praia de Manta Rota.

            No fim do jantar foram dar um passeio perto da sua habitação a Cristiana, Andreia, Diana, Sílvia e Rafael convenceram os seus tios a oferecerem-lhes uma volta de bicicleta

            Chegaram a casa cansadas por isso foram dormir.

            As8:30horas da manhã a mãe de Diana acordou todo o pessoal para irem todo o dia para praia.

            No fim do dia foram jantar e como em Manta Rota ia actuar os Anjos foram todos ver o concerto.

            Todos o dias acordavam às 8:30horas vinham almoçar a casa e as 4horas voltavam outra vez para a praia e regressavam a casa às 19horas.

             Na quinta-feira foram para um lugar diferente tiveram junto ao rio Guadiana que passa por Vila Real de Santo António, e depois foram visitar o castelo de Castro Marim.

            Cegaram a casa arrumaram as malas pois no dia seguinte regressavam a Creixomil.

            Na sexta-feira às 6horas da manhã estavam acordados para fazerem a viagem de regresso.

             Passaram por Olhão, Faro, Albufeira e entraram na auto-estrada.

            Chegaram a Fátima às 13:30horas almoçaram, foram até ao santuário e fizeram-se outra vez à estrada chegando a casa às 20horas.

            Cristiana, Diana e Andreia ficaram felizes por voltar a casa mas já queriam ir outra vez para o Algarve.

publicado por Diário de Diana às 18:40
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A viagem da Ana

Ana é uma rapariga com 3 anos, nasceu no dia 26 de Setembro de 2003, pesa 17kg e mede 99,50cm.

            No dia 18 de Agosto de 2007 Ana acordou às 7 horas para ir para Fátima.

            Ana estava cheia de sono por isso dormiu quase toda a viagem acordou estava a chegar à portagem. Como a portagem fica perto de Fátima esteve a olhar para a paisagem. Na hora do almoço Ana brincou com os seus primos Rafael e Pedro. Quando ia para comer a sopa a sua prima Diana tive de lhe dar pois ela não a queria comer.

            No fim do almoço a sua mãe e as tias arrumaram a loiça e foram todos dar um passeio pela casa da Lúcia, do Francisco e da Jacinta.

Às 16horas as suas primas Cristiana e Andreia chegaram pois iam mais tarde porque o pai delas trabalhava de manhã. Foram até ao santuário e Ana ajudou a sua prima Andreia a fazer a romaria, depois esperou pela sua mãe sentada no chão porque estava cansada. Saíram do santuário foram lanchar e começar a fazer o jantar.

                Quando acabaram de jantar Andreia, Cristiana, Diana e o seu tio João lavaram a loiça enquanto as outras pessoas arrumavam as mesas e colocaram todo nas malas dos carros.

            Seguidamente foram aos quartos trocar de roupa pois tinham roupas frescas e como estava frio vestiram roupas quentes.

            Apareceram no santuário e o terço já tinha começado, ouviram o resto do terço e participaram na procissão de velas e depois foram dormir.

            No dia seguinte todos acordaram bem cedo para arrumar as malas e irem tomar o pequeno-almoço e comprar recordações de Fátima.

            As 11horas foram à missa do adeus e despediram-se do santuário com fotos.

            Arranjaram um lugar para comer e às 14horas entraram na auto-estrada seguindo para casa.

            Chegaram a casa às 19:30horas depois foram comer a sopa à casa dos seus avós e Ana como estava cansada foi dormir cedo com um sorriso na cara por ter ido a um lugar tão especial para ela.

publicado por Diário de Diana às 15:26
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

A festa da "Levada de Pelandré"

 No passado dia 24 de Junho de 2007 em Creixomil organizou-se um convívio ao lado da minha casa.

            O programa começou às 14:30horas com uma caminhada da capela de Nossa Sr.ª do Rosário até à “Levada de Pelandré” e também com um passeio de ciclo-turismo em BTT, que passou pelas freguesias vizinhas. Quem tivesse oportunidade de fazer a caminhada ou o BTT tinha de escolher pois todo começou à mesma hora.

            Por volta das 16:30 horas com animação musical com presença de grupos de outras freguesias ouviu-se música toda a tarde e claro a fome com o passar das horas chega por isso havia sardinhas assadas, fêveras etc.

            Para os mais pequenas e até adultos havia jogos tradicionais.

            Só foi pena uma coisa ouvi todo o dia música na cama pois estava doente mas ainda tive sorte pois como os meus colegas estavam na festa vieram-me visitar por isso passei uma tarde divertida com as minhas amigas e os meus amigos.   

publicado por Diário de Diana às 18:49
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A dança e o mar

Era uma vez uma rapariga chamada Andreia tinha 17 anos, era alta, tinha verdes e cabelos loiros e compridos. Andreia era boa aluna, mas naquela altura nos intervalos só pensava na dança e no Jorge. Jorge tinha 17 anos, era alto, tinha olhos castanhos e o cabelo era preto e curto. Andreia e Jorge não eram da mesma turma mas no intervalo as duas turmas estavam sempre juntas. Um dia a Andreia disse à turma que ia ter um espectáculo naquela noite e a turma dela foi dizer à turma de Jorge que ela tinha um espectáculo nessa noite e decidiram todos ir vela. Eram 9 horas quando Andreia entra no palco toda vestida de branco para dançar “A mentira pode estragar o romance”. No fim do espectáculo todos lhe foram dar os parabéns e nessa noite pergunta a Andreia se ela quer namorar para ela e Andreia disse-lhe que no dia seguinte lhe dava a resposta. Andreia contou aos paios que ia aceitar e os pais dela concordaram. No dia seguinte Andreia deu a resposta a Jorge começaram a namorar. No domingo Jorge convida Andreia para irem à praia às 2 horas. E lá estavam os dois no domingo como combinado não resistiram em não darem um mergulho no mar salgado. Chegaram a casa todos molhados e nessa semana ficaram os dois doentes em casa. Na semana seguinte a Andreia disse ao Jorge que nunca mais ia para o mar sem antes dançar.
publicado por Diário de Diana às 18:21
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Tornei-me invisível

Estava na escola com as minhas amigas quando me senti estranha e chamei a Dulce: - Ó Dulce anda ver o que se passa comigo se não te importares. - Onde vais? O que tens? – Perguntou-me ela. - Vou à casa- de -banho. Parece que não estou a sentir o meu corpo! – Retribui-lhe aflita. -Ó Diana eu estou a deixar de te ver só vejo as tuas mãos e a tua cara, consegues ouvir-me e ver-me? – Questionou ela assustada. - Estou a ouvir-te e a ver-te perfeitamente e também me vejo a mim mas mais transparente. – Respondi-lhe eu. Até que Dulce disse: - Já viste agora és invisível. - Que novidade e agora o que é que eu faço? – Falei preocupada. E Dulce parou um bocado e disse: - Bom em 1º lugar vamos falar com a Nela, a Pisca e a Carla e depois logo se vê mas acho que é melhor estares calada porque se me vêem a falar sozinha pensam que eu não tenho perfeito juízo! – Exclamou ela rindo. Fomos falar com as nossas colegas e todas elas acharam estranho e então decidimos que quando chegássemos às aulas eu escrevi no quadro que estava na aula e que depois passava a matéria. Ao meio-dia não comi na cantina, andava com as minhas colegas mas nem davam por ela. Tinha pedido aos professores e à turma para não contarem nada a ninguém. No dia seguinte foi para a escola com o meu pai e as minhas amigas quando chegaram viram-me e foram ter comigo e disseram-me: - Ainda bem que já não és invisível mas podes continuar calada! Começamos todas a rir.

publicado por Diário de Diana às 18:19
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O outro mundo

Era uma vez uma menina muito traquina chamada Ana que morava na quinta maior de Braga tinha 13 anos e detestava estudar embora nunca reprovasse. Ana era alta, magra, tinha olhos azuis, cabelos loiros e compridos. Adorava preto pois sempre que a vissem estava quase sempre de preto e às vezes de branco e outras cores mas era muito raro e também era muito mimalha tinha tudo o que queria.

Um dia Ana aproveitou de os pais estarem em Inglaterra e como estava só com os empregados, entrou na sala proibida, foi buscar as chaves ao quarto do pai e abriu a porta com dificuldade. Entrou e disse:

- Mas afinal porque é que o meu pai fechou esta sala se não tem mais nada do que quadros?!

Entretanto Ana tropeça numa corda e cai ao levantar-se puxa um pano e vê um espelho enorme toca-lhe para ver o seu brilho desequilibra-se e cai para dentro do espelho. Ana percebeu logo porque é que a sala estava fechada. No outro lado do espelho via-se um brilhar intenso que chamou atenção dos empregados. Quando um dos empregados que sabia que dentro da sala tinha um e espelho mágico viu logo que tinha sido Ana a entrara no espelho. Ligou logo ao pai dela dizendo todo o que se passava.

Ana no outro mundo era calma, tentava saber onde estava, até que viu um cão a conduzir um carro e atrás ia uma pessoa com uma coleira ao pescoço percebeu logo que estava no mundo ao contrário. Ela tinha fome por isso tentou encontrar algo para comer até que chegou a um sítio sombrio onde tinha pessoas abandonadas e perguntou-lhes:

- Desculpem, mas podem dizer-me como é que eu volto para o meu mundo?

- Este é o teu mundo ano existe mais nenhum! – Respondeu uma mulher que saia da escuridão.

- Existe pois! – Teimou Ana e contou-lhes a sua história, mas ninguém acreditou nela. No outro mundo os pais dela tinham chegado o mais depressa possível para tentar fazer qualquer coisa até que o empregado que sabia de tudo e era o braço direito do pai de Ana disse:

- Podemos encontra-la só tem de ir um de nos ao mundo ao contrário e levar o espelho mágico mais pequeno e entrar outra vez no mesmo sítio que estava.

- É isso mesmo eu vou lá! – Corajou-se o pai dela. Quando o pai de Ana ia a entra no espelho o empregado exprimiu:

- Espere Senhor se algum de nos se mecher na quinta e você e a sua filha ainda estiverem lá nunca mais voltarão.

- Pois é, então vai chamar todos os empregados, a minha esposa e fecha todas as portas à chave e sentem-se para que todo possa correr bem! – Ordenou o pai de Ana. Assim o fizeram quando estava lá todas as pessoas na sala sentaram-se e o pai de Ana pegou no espelho mais pequeno e foi para o outro mundo.

O pai de Ana conhecia aquele mundo como a palma da sua mão então enquanto procurava Ana pelos sítios mais sombrios perguntou às pessoas com que Ana estivera a falar e perguntou se a tinham visto e a mulher que falar com Ana respondeu:

- Sim vimos, mas nunca pensamos que fosse tua filha por isso não acreditamos nela quando ela disse que aquele não era o mundo dela.

- Podem dizer-me dizer para que lado é que ela foi? – Perguntou nervoso o pai de Ana.

- Foi pela rua abaixo. - Contestou a mulher. O pai de Ana andou mais um bocado e encontro-a a chorar.

-Filha pensei que tinha perdido para de chorar e vamos embora daqui! – Disse o pai tirando o espelho do bolso. Saltaram os dois lá para dentro e quando chegaram ao mundo real abraçaram-se uns aos outros e Ana prometeu que nunca mais faria nada que não lhe deixassem.

publicado por Diário de Diana às 18:17
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O suave milagre

Um dia quando Jesus chegou a uma Terra fez alguns milagres e passando algum tempo foi-se embora para outras terras.

Um homem estava desesperado porque as suas vinhas e searas tinham secado e ele foi à procura de Jesus mas como não o encontrava mandou mos soldados ninguém sabia de Jesus. Um dia o filho do senhor disse para a mãe que queria ver Jesus e abrindo a porta devagar Jesus disse que estava ali.

publicado por Diário de Diana às 18:17
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Civilização

Era uma vez um homem que tinha um amigo chamado Jacinto que tinha nascido num palácio onde tinha uma biblioteca onde tinha livros sobre tudo e maquinas para escrever, telegrafo, …

Um dia eles decidiram ir morar para um sítio onde houve-se paz como para o campo.

Alugaram um moinho que estava todo velho mandaram-no arranjar e renova-lo.

Quando chegaram ao moinho para irem viver estava com antes nada arranjado pois se os faxes não tinham chegado tiveram que se habituar a viverem assim e nunca mais saíram de lá o Jacinto casou-se com uma jovem da aldeia.

publicado por Diário de Diana às 18:15
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Frei Genebro

À muito tempo havia um frade chamado Genebro era discípulo de

S. Francisco que dará o que tinha aos pobres, passava muita fome e em vez de se divertir rezava.

Ajudava os necessitados, animava os tristes andava descalço e com roupas rotas.

Um dia, Frei Genebro partira em viagem. Descalço como sempre, ia na estrada e lembrou-se do irmão Egídio que tinha andado com ele num convento subiu montes e foi ver como ele estava. O irmão Egídio estava muito mal e apetecia-lhe um pedaço de porco. Então Genebro foi ao rebanho de porcos que passara por ele e agarrou num porco e cortou-lhe uma perna e deixou ali o porco com três patas a sangrar muito foi cozinhar o porco para o irmão e foi-se embora dizendo que mandaria alguém do convento para cuidar dele.

Mas como toda a gente morre S. Genebro também morreu e um anjo foi busca-lo por entre as nuvens levou para a balança para ver o que ele tinha feito de bem e o de mal primeiro encheu-se o prato do que ele tinha feito de bem os anjos estavam encantados mas quando apareceu no prato o que ele tinha feito de mal viu-se o porco a esguichar e a deitar muito sangue uma mão de Deus pegou na alma do Frei Genebro e deixou cair na escuridão do purgatório.

publicado por Diário de Diana às 18:14
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O defunto

No ano de 1974 foi viver para Segóvia um jovem cavaleiro chamado

D. Rui.

Era um jovem de boas famílias tinha uma capela onde estava a sua madrinha e D. Rui ia vela todos os dias.

Na casa à frente morava D. Afonso de Lara era um fidalgo rico tinha-se casado com uma jovem conhecida pela sua beleza e só saia de casa aos domingos porque o seu marido era muito ciumento por isso quando a sua esposa ia à missa tinha de ir acompanhada por uma escrava parecida mais com uma coruja.

Certo dia D. Rui viu aquela encantadora mulher e apaixonou-se por ela e como a escrava reparou do que se passava foi contar a D. Afonso.

D. Afonso ficou furioso e decidiu ir para Cabril onde tinha uma quinta, toda a cidade ficou a saber.

Mesmo quando estavam em Cabril D. Afonso não parava de ficar preocupado pois tinha medo que D. Leonor não querer mais. Por isso um dia mandou escrever uma carta a D. Rui para ir à quinta pois que o seu marido estava fora.

Um mensageiro foi a Segóvia entregar a carta e D. Rui aceitou e perguntou-lhe por que caminho ele viera e ele disse que tinha sido pela floresta dos enforcados.

Há noite D. Rui partiu em direcção à floresta quando ia a passar por o sítio onde os enforcados um deles disse para o desamarrar e para o levar até Cabril e D. Rui a sim o fez quando chegou à quinta deixou o cavalo fora da quinta e então quando estavam perto do quarto de D. Leonor o enforcado pede a D. Rui a sua capa e o seu chapéu mas mesmo com um não o enforcado tira-lhe o que pediu sobe as escadas e D. Afonso espeta-lhe três vezes a espada no coração o enforcado cai no chão e depois pôs-se a pé e saio de lá com D. Rui. Quando chegou ao sítio onde estavam os outros enforcados pede a D. Rui para o enforcar outra vez e assim o fez.

No dia seguinte D. Afonso procura por todo o jardim o corpo de D. Rui mas como não o encontra vai a Segóvia e vê que não se passa nada de triste quando se vira dá de caras com D. Rui sabe que se estabule-se um estranha situação onde estão os enforcados. Ao chegar ao sítio vê um dos enforcados sujo de terra e sabe que foi a ele que matou e não a D. Rui. D. Afonso desaparece durante alguns dias e quando é encontrado está morto.

D. Leonor volta a Segóvia e no ano seguinte casa-se com D. Rui.

publicado por Diário de Diana às 18:11
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