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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

O outro mundo

Era uma vez uma menina muito traquina chamada Ana que morava na quinta maior de Braga tinha 13 anos e detestava estudar embora nunca reprovasse. Ana era alta, magra, tinha olhos azuis, cabelos loiros e compridos. Adorava preto pois sempre que a vissem estava quase sempre de preto e às vezes de branco e outras cores mas era muito raro e também era muito mimalha tinha tudo o que queria.

Um dia Ana aproveitou de os pais estarem em Inglaterra e como estava só com os empregados, entrou na sala proibida, foi buscar as chaves ao quarto do pai e abriu a porta com dificuldade. Entrou e disse:

- Mas afinal porque é que o meu pai fechou esta sala se não tem mais nada do que quadros?!

Entretanto Ana tropeça numa corda e cai ao levantar-se puxa um pano e vê um espelho enorme toca-lhe para ver o seu brilho desequilibra-se e cai para dentro do espelho. Ana percebeu logo porque é que a sala estava fechada. No outro lado do espelho via-se um brilhar intenso que chamou atenção dos empregados. Quando um dos empregados que sabia que dentro da sala tinha um e espelho mágico viu logo que tinha sido Ana a entrara no espelho. Ligou logo ao pai dela dizendo todo o que se passava.

Ana no outro mundo era calma, tentava saber onde estava, até que viu um cão a conduzir um carro e atrás ia uma pessoa com uma coleira ao pescoço percebeu logo que estava no mundo ao contrário. Ela tinha fome por isso tentou encontrar algo para comer até que chegou a um sítio sombrio onde tinha pessoas abandonadas e perguntou-lhes:

- Desculpem, mas podem dizer-me como é que eu volto para o meu mundo?

- Este é o teu mundo ano existe mais nenhum! – Respondeu uma mulher que saia da escuridão.

- Existe pois! – Teimou Ana e contou-lhes a sua história, mas ninguém acreditou nela. No outro mundo os pais dela tinham chegado o mais depressa possível para tentar fazer qualquer coisa até que o empregado que sabia de tudo e era o braço direito do pai de Ana disse:

- Podemos encontra-la só tem de ir um de nos ao mundo ao contrário e levar o espelho mágico mais pequeno e entrar outra vez no mesmo sítio que estava.

- É isso mesmo eu vou lá! – Corajou-se o pai dela. Quando o pai de Ana ia a entra no espelho o empregado exprimiu:

- Espere Senhor se algum de nos se mecher na quinta e você e a sua filha ainda estiverem lá nunca mais voltarão.

- Pois é, então vai chamar todos os empregados, a minha esposa e fecha todas as portas à chave e sentem-se para que todo possa correr bem! – Ordenou o pai de Ana. Assim o fizeram quando estava lá todas as pessoas na sala sentaram-se e o pai de Ana pegou no espelho mais pequeno e foi para o outro mundo.

O pai de Ana conhecia aquele mundo como a palma da sua mão então enquanto procurava Ana pelos sítios mais sombrios perguntou às pessoas com que Ana estivera a falar e perguntou se a tinham visto e a mulher que falar com Ana respondeu:

- Sim vimos, mas nunca pensamos que fosse tua filha por isso não acreditamos nela quando ela disse que aquele não era o mundo dela.

- Podem dizer-me dizer para que lado é que ela foi? – Perguntou nervoso o pai de Ana.

- Foi pela rua abaixo. - Contestou a mulher. O pai de Ana andou mais um bocado e encontro-a a chorar.

-Filha pensei que tinha perdido para de chorar e vamos embora daqui! – Disse o pai tirando o espelho do bolso. Saltaram os dois lá para dentro e quando chegaram ao mundo real abraçaram-se uns aos outros e Ana prometeu que nunca mais faria nada que não lhe deixassem.

publicado por Diário de Diana às 18:17
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