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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

O defunto

No ano de 1974 foi viver para Segóvia um jovem cavaleiro chamado

D. Rui.

Era um jovem de boas famílias tinha uma capela onde estava a sua madrinha e D. Rui ia vela todos os dias.

Na casa à frente morava D. Afonso de Lara era um fidalgo rico tinha-se casado com uma jovem conhecida pela sua beleza e só saia de casa aos domingos porque o seu marido era muito ciumento por isso quando a sua esposa ia à missa tinha de ir acompanhada por uma escrava parecida mais com uma coruja.

Certo dia D. Rui viu aquela encantadora mulher e apaixonou-se por ela e como a escrava reparou do que se passava foi contar a D. Afonso.

D. Afonso ficou furioso e decidiu ir para Cabril onde tinha uma quinta, toda a cidade ficou a saber.

Mesmo quando estavam em Cabril D. Afonso não parava de ficar preocupado pois tinha medo que D. Leonor não querer mais. Por isso um dia mandou escrever uma carta a D. Rui para ir à quinta pois que o seu marido estava fora.

Um mensageiro foi a Segóvia entregar a carta e D. Rui aceitou e perguntou-lhe por que caminho ele viera e ele disse que tinha sido pela floresta dos enforcados.

Há noite D. Rui partiu em direcção à floresta quando ia a passar por o sítio onde os enforcados um deles disse para o desamarrar e para o levar até Cabril e D. Rui a sim o fez quando chegou à quinta deixou o cavalo fora da quinta e então quando estavam perto do quarto de D. Leonor o enforcado pede a D. Rui a sua capa e o seu chapéu mas mesmo com um não o enforcado tira-lhe o que pediu sobe as escadas e D. Afonso espeta-lhe três vezes a espada no coração o enforcado cai no chão e depois pôs-se a pé e saio de lá com D. Rui. Quando chegou ao sítio onde estavam os outros enforcados pede a D. Rui para o enforcar outra vez e assim o fez.

No dia seguinte D. Afonso procura por todo o jardim o corpo de D. Rui mas como não o encontra vai a Segóvia e vê que não se passa nada de triste quando se vira dá de caras com D. Rui sabe que se estabule-se um estranha situação onde estão os enforcados. Ao chegar ao sítio vê um dos enforcados sujo de terra e sabe que foi a ele que matou e não a D. Rui. D. Afonso desaparece durante alguns dias e quando é encontrado está morto.

D. Leonor volta a Segóvia e no ano seguinte casa-se com D. Rui.

publicado por Diário de Diana às 18:11
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